Coachella coachou


Coachella. Uns amigos me convidaram para ir, ingresso “de grátis” se eu fosse ajudar a montar umas instalações e soldar umas esculturas no lugar, como a Steam Punk Tree House aí em cima, mas sem chance, menos por não poder tirar férias agora e mais porque Coachella, a terra da garrafinha de água a 5 dólares, é uma farsa. “Alternativo” é o Raul Gil. Tenha a santa paciência.

Senão, vejamos: Jack Johnson. A respeito deste rapaz, tenho uma historinha. Outro dia desses, estava num café num desses subúrbios modorrentos de classe alta do Vale do Silício, quando ouvi duas donas de casa, exemplos acabados da Perua Calvinista, o equivalente Americano do original nacional, falando do cidadão:

-“Aquele Jack Johnson é muito legal, as minhas filhas adoram. E além do mais, ele é Havaiano, mas é branco!”

Pois é. Quem mais? Ah, Roger Waters. MIA. Spiritualized. Bonde do Rolê.

Socuerro. Ainda bem que são pelo menos 700 Km me separando disso aí.

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